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Já faz alguns anos que os gerentes de TI se vêem frente ao desafio de integração das diferentes aplicações corporativas que suportam os processos de negócio nas empresas. Nos últimos anos observou-se um crescimento, sem precedentes, do número de aplicações, sistemas, repositórios de informações que coexistem dentro de uma corporação. Por outro lado, intensificou-se o esforço de integração desses diferentes ativos de sistemas e dados provocados pelos movimentos de integração e racionalização dos processos de negócio, pelas estratégias de relacionamento com clientes e pela necessidade de geração de informações de apoio a tomadas de decisão.
Nos dois primeiro anos do novo milênio, quando a euforia em torno do e-commerce começou a dar lugar a experiências bem mais modestas do que alardeavam as previsões do final dos anos 90, um novo coro de promessas sobre o potencial da Internet começou a ganhar volume. No entanto, os protagonistas desse novo barulho não foram as ponto-coms e seus “marketeiros”, mas grandes fornecedores de hardware, software e serviços. O que eles vêm promovendo ultimamente é uma nova abordagem para os sistemas de informação corporativos e que vem sendo proclamada através de uma série de nomes diferentes: a Microsoft a chama de “.NET”; Oracle associa-a aos “network services”; IBM identifica-a por “web services”; Sun fala sobre um “ambiente de rede aberto”. No entanto, a idéia central dessa nova abordagem é que as corporações logo irão comprar suas tecnologias de informação como serviços providos através da Internet. |
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